Restaurantes em Orlando: Cici´s Pizza

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A Cici´s Pizza é o lugar para quem não é muito exigente com pizza e quer gastar pouco, comendo bastante. Tem propagandas em várias esquinas de Orlando, buffet a U$ 5,99. Sério, tem como comer pizza à vontade por menos que isso?


É um restaurante simples, não espere beleza ou grande qualidade. A pizza é no nível pouca-coisa-melhor-que-congelada-de-supermercado, mas tem vários sabores e dá pra se empanturrar.


É sistema de buffet, você se serve à vontade, quantas vezes quiser e o refrigerante é refil. Mas a Cici também tem pizzas para levar e o preço é bem amigo também.

O buffet ainda tem saladas, massas e pizzas doces. Tinha uma focaccia que estava uma delícia!


O curioso do local é que você paga adiantado. Você entra e tem um balcão onde pode pedir pizza para levar ou acertar o valor do buffet. Informamos que eram dois buffets com dois refrigerantes, pagamos e entramos no restaurante podendo nos servir à vontade.

O total da conta ficou em U$ 17,00! Mais ou menos o mesmo que gastamos para comer nos fast foods dos parques, só que na Cici´s se come muito mais!

Endereço: Nós fomos na que fica na Palm Parkway, 8586. Mas tem várias unidades em Orlando, na International Drive, Vineland Av., Colonial Drive, entre outros.



Sea World

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O dia do Sea World foi meio tenso, a programação não saiu como havíamos planejado. 

Mas as coisas são assim mesmo né, nem tudo dá certo sempre. Não vou ficar enfeitando os relatos e contar só sobre o que foi lindo e deu 100% certo, porque, afinal, a vida não é perfeita, né? Eu leio muitos blogs, de vários assuntos. Adoro e utilizo muito para me informar sobre as mais variadas coisas. E eu detesto blogs que pregam a perfeição. Pra mim são como as fotos de revistas cheias de Photoshop. A realidade não é assim e quando as pessoas lêem somente sobre vidas perfeitas, festas perfeitas, casas perfeitas, viagens perfeitas, vai-se criando uma idéia interior de que a sua vida também tem que ser assim. Quando a de ninguém é. Em uma viagem, especialmente quando é longa, a gente planeja, calcula, cria estratégias, mas como os americanos dizem, shit happens, ou seja, às vezes as coisas dão errado. Então, este não é um blog que prega a perfeição, é um blog realidade. :) Vou contar e ressaltar sempre o que deu certo e o que eu recomendo, porém não vou esconder quando os planos não se concretizam como o esperado. Até porque isso também é um ponto importante em uma viagem, o inesperado pode nos fazer encontrar um programa ainda mais legal que aquele que deveria ter sido feito e não deu certo. 


Então, um belo dia amanheceu chovendo muito, mas muito mesmo. Nem lembro qual o parque estava programado para aquele dia, só sei que a vontade era de desistir de todos e ficar dormindo no hotel. Mas não tínhamos esse dia sobrando no roteiro, para não fazer nada, já estava no final da viagem. Tivemos que decidir: ou iríamos com temporal e tudo para um dos parques que ainda faltavam ou perderíamos o ingresso. Decidimos ir. O parque aquático estava fechado, então sobraram três opções: Sea World, Animal Kingdom e Epcot. Escolhemos o primeiro, pois achamos que seria o menos interessante, para ser sacrificado.

Passamos em uma lojinha de presentes perto do nosso hotel e compramos capas de chuva, uma grande idéia, pois pagamos menos da metade do que elas custavam nos parques!


Chegamos lá e a chuva era torrencial. Nem dava vontade de sair do carro. Colocamos as capas e entramos. Realmente o Sea World perdeu um pouco a graça por causa do mau tempo. Fomos direto às atrações fechadas e resolvemos não ir em nenhum show.


As principais atrações do Sea World são os shows e as duas montanhas-russas enormes e radicais, Manta e Kraken.

Logo na chegada pegamos o mapa e vimos os horários dos shows. One Oceans, Blue Horizons, Clyde and Seamon Take Pirate Island e Pets Ahoy são as principais apresentações e normalmente uma boa estratégia de visitação envolve planejar o passeio em torno dos horários desses shows, fazendo o resto das coisas nos intervalos. Porém, eu não sou muito chegada em apresentações com animais. Confesso que me causa um certo desconforto ver baleias e golfinhos adestrados, fazendo coisas que não são naturais. Mesmo que eles sejam bem tratados e blá, blá, blá, eu não acho muito legal. Então isso já era um ponto que me impedia de ter muita empolgação com os shows do Sea World. Mas como eu estava lá com a mente aberta, fui disposta a ver as apresentações e depois formar minha opinião. Só que com aquela chuva toda, a gente ficou com menos paciência e a idéia de ficar sentados um tempão para ver os espetáculos, com a roupa molhada, pés ensopados e toda a parafernália de põe capa, tira capa, pega máquina fotográfica, etc., acabou nos desanimando e resolvemos não ir em nenhum e só conhecer o parque e as demais atrações.

Então, entramos e já vimos a Manta pela frente, uma enorme montanha-russa em que você vai de barriga pra baixo e simula os movimentos de uma arraia. Não lembro se estava aberta com aquela chuva. Passamos reto e fomos para o Stingray Lagoon, uns tanques com arraias, onde podemos tocar nelas e alimentá-las com a comida que eles vendem ali mesmo no local. Eu achei bem legal, nunca tinha tocado em arraias, elas são meio esponjosas, bem estranho. E ficavam enlouquecidas com a comida, quase pulavam para fora do tanque.





De lá, fomos ao Dolphin Cove, que possui uma lagoa com golfinhos e um aquário onde podemos vê-los nadando. A lagoa é bem interessante, mas a gente não vê os golfinhos direito. Já no aquário podemos vê-los bem de pertinho, passando na nossa frente. Eu adoro aquários, então achei essa atração muito legal.







Dali, passamos em frente ao Journey to Atlantis, uma montanha-russa com uma enorme queda na água. Estava aberta, mas tinha poucas pessoas andando. Logo ao lado está a Kraken, uma montanha-russa enorme, ocupa um grande espaço no parque.

Entramos no Penguin Encounter, uma espécie de aquário em que podemos ficar observando os pinguins. Achei muito legal.








Saindo de lá, fomos ao Pacific Point Preserve, um criadouro de leões marinhos. Chegamos bem na hora em que eles eram alimentados pelo funcionário do parque.


A próxima atração que vimos foi o Shark Encounter, um enorme aquário com tubarões. Era uma das coisas que eu mais tinha interesse em ver e achei que valeu muito a pena, é bem legal. O aquário tem um túnel por onde as pessoas passam, então a gente tem a impressão de estar mesmo andando no fundo do mar, com os tubarões ao redor. A pena é que a gente não pode ficar parado no túnel, olhando os tubarões pelo tempo que quiser, pois há uma esteira rolante, que vai nos levando devagar até a saída. Mas sempre é possível sair e entrar de novo. :)










Seguimos andando pelo parque, passamos pelo estádio da Shamu e pela Shamu's Happy Harbour, a área infantil com vários brinquedos para os pequenos.

Logo adiante chegamos ao Wild Artic, um simulador em que um helicóptero cai sobrevoando o Pólo Norte. É um simulador daqueles que parece uma pequena sala de cinema que se move. Cabia bastante gente, mas só tinha umas 4 pessoas além de nós. Acho que no Sea World há mais controle sobre a proibição de fotos e filmagens dentro das atrações, pois uma voz advertiu que não daria início ao brinquedo enquanto um senhor não parasse de filmar. Olhei pro lado e vi, realmente, um homem com filmadora em punho, pronto para registrar toda a aventura. Ele guardou a câmera e a atração teve início. Sou fã de simuladores, mas esse eu não gostei. Talvez por ser uma atração antiga, vai ver a tecnologia é mais arcaica, não sei, mas saí de lá muito tonta e fiquei algum tempo assim depois. O brinquedo tem movimentos suaves que me causaram mais mal-estar que diversão. E no mais, é bem sem graça mesmo, ainda mais se comparado aos outros simuladores de outros parques. Na saída a gente pode ver uma reprodução do ambiente do Pólo Norte e um urso polar. Ele estava dormindo, mas deu pra tirar uma foto de longe.


Então, já estava aquela chuva toda, eu meio tonta do Wild Artic, era meio-dia e nós resolvemos ir embora. Não estava dando pra aproveitar bem as atrações, não tínhamos porque continuar lá no sacrifício, já tínhamos conhecido e andado por todo o parque e então encerramos nossa visita ao Sea World. Eu queria muito almoçar no Sharks Under Water, mas daquele jeito, com roupas encharcadas e tal, perdi a empolgação e me dei por satisfeita de ter visto os tubarões no aquário.

Foi uma visita curta, mas bastante proveitosa. Eu diria que foi o parque que menos gostei, mas diante das circunstâncias, talvez eu não seja justa com o Sea World. Logo que voltei de lá pensei que quando eu for novamente a Orlando não vou incluí-lo no roteiro, pois achava que não valeria a pena. Mas hoje, passado já algum tempo, mudei de idéia e penso em repetir esse parque (em um dia de sol...hehe) para conhecê-lo com mais calma. Ainda mais que estreou uma nova atração 3D, que deve ser muito legal. E, termino minhas considerações dizendo que acho que esse parque é imperdível para quem vai com crianças. Poder ver todos esses animais, tocar, alimentar, toda essa experiência é fascinante para os pequenos, então não dá pra pular o Sea World. ;)

Saímos de lá ensopados, fomos para o hotel tomar um banho e colocar roupas secas e depois resolvemos experimentar a pizzaria baratinha que tinha propagandas em cada esquina e uma filial bem pertinho do nosso hotel: Cici´s Pizza. Mas isso é assunto para outro post.

Aquatica

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Seguindo a idéia de fazer o pacote completo da tradicional viagem à Orlando, eu queria conhecer um parque aquático. Pesquisamos sobre as várias opções e acabei escolhendo o Aquatica, o parque que faz parte do grupo do Sea World e era o mais novo de lá. Comprei um combo com ingresso pro Sea World e Aquatica e lá fomos nós.


O problema foi o seguinte: tínhamos programado ir no começo da viagem, mas eu preferi fazer outros passeios e o Aquatica foi ficando para o final. Só que nos últimos dias fomos surpreendidos por muita chuva! E parque aquático não abre com tempo ruim... o resultado foi que acabamos indo somente no último dia, quando abriu novamente um sol e deu para aproveitar as piscinas.


O Aquatica fica em frente ao Sea World (5800, Water Play Way), é muito fácil chegar.

É essencial alugar um armário para guardar as coisas. Eles oferecem várias opções, inclusive você pode alugar uma cabana particular ou um lounge nas praias particulares. As cabanas são mais caras, têm uma mobília diferenciada e algumas incluem até lanchinhos. Aconselhável para quem busca mais descanso e privacidade. Nós escolhemos alugar um lounge, pois estava com um preço bom, e incluía duas espreguiçadeiras na ilha particular no meio do parque, com guarda-sol, mesinha, dois armários e toalhas. E até dava para deixar objetos na mesinha, pois tinha uma funcionária cuidando da área e só entra lá quem tem a pulseirinha do lounge, que não é muito grande.


Porém, o lounge foi meio decepcionante. Quando eu pensei em ilha particular, achava que as espreguiçadeiras estariam viradas para uma das piscinas, que teríamos aquela impressão de estar na beira da praia mesmo. Mas não era assim, era como uma praça, toda cercada de vegetação, cheia de areia, e as cadeiras distribuídas por ela. Não se enxergava as piscinas de lá. Era bom mesmo pra dar aquela cochilada depois do almoço e só. Na maior parte do tempo não ficamos lá e sim dentro das piscinas pelo parque.



Em termos de movimento estava bem tranquilo, não estava cheio. Depois do almoço que pudemos observar que tinha mais gente e algumas das nossas piscinas favoritas já estavam meio tumultuadas.


A atração mais procurada do parque é a Dolphin Plunge, um tobogã que passa dentro de um tanque de golfinhos.


Outra atração que o parque faz bastante propaganda é a Cutback Cove e Big Surf Shores, uma piscina gigante com ondas. Eu achei extremamente decepcionante, pois nem a piscina é tão gigante assim e nem tinha as ondas tão prometidas. Não sei exatamente se havia algum problema no dia, mas todo o tempo que fiquei nela não houve uma onda sequer. Era apenas uma praia artificial, era interessante por causa disso, tinha a areia, todo o formato de uma praia, mas as ondas eles ficaram devendo...


Eu gostei mesmo foi do Roa´s Rapids, um rio com correnteza que passa por grande parte do parque. Era muito legal se deixar levar e depois de um tempo estava bem cheio, muita gente gosta desse tipo de atração. A correnteza era bem forte e tentar sair do rio rendeu muitas risadas, pois escapar da força da água não era nada fácil!


Para almoçar, o lugar mais popular é o Banana Beach Cook-Out, um restaurante em sistema de buffet.


Mas eu não estava com muita fome, nem queria comer muito, pois ainda queria aproveitar mais o parque depois do almoço. Então nosso almoço foi uma pizza numa outra lancheria, nada demais. Como estávamos a maior parte do tempo sem a câmera, não registrei o almoço pra mostrar aqui, mas foi só um lanche rápido mesmo. Não tem muitas opções de alimentação dentro do parque, então, depois de um determinado horário, os restaurantes ficam bem cheios e com filas, é bom ficar atento.


O Aquática tem ainda várias outras atrações legais, como Loggerhead Lane, um rio que vc percorre numa bóia e vê vários aquários com peixes, os tobogãs Omaka Rocka, Tassie´s Twisters e Taumata Racer (em que você aposta corrida com o participante ao lado) e tem uma boa área infantil também.

Em geral, eu me decepcionei um pouco com o parque aquático. Acho que tinha expectativas muito altas...hehehe. Eu esperava piscinas gigantes com ondas, rios enormes para percorrer com bóias, praias artificiais e muita tecnologia. Acho que, tomando como parâmetro tudo que vemos nos parques temáticos, acabei criando uma expectativa de que eu veria atrações incríveis no aquático também. Mas na real, não era nada tão surpreendente e as piscinas eram bem menores do que eu esperava. Mas de qualquer forma me diverti, descansei também da maratona de parques e compras, e conheci um parque aquático, como era minha vontade.

A menos que você queira tirar o dia para descansar mesmo, não há necessidade de ficar muito tempo lá. O parque fecha cedo, de qualquer forma, mas mesmo assim, se o objetivo não for tirar um dia de folga, ficar de pernas pro ar o máximo de tempo possível, dá pra chegar de manhã e pouco depois do almoço já ir embora. É tranquilo de unir com outro programa para a tarde e a noite.