Um passeio pelo sul da ilha

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Acho que já falei isso em outro post, mas não custa repetir que NY é fascinante pelos vários mundos que encontramos dentro da mesma cidade. Cada canto é totalmente diferente do outro. Depois do West Village, que é o bairro mais charmoso, na minha opinião, e te faz sentir como se estivesse dentro de um seriado, a área que mais gostei foi o sul da ilha, o Downtown Manhattan. É uma área com edifícios mais novos, porém é essencialmente comercial. Mas eu gosto desses ambientes, todo mundo de terno, correndo para o trabalho, tem algo que me encanta nesse mundo.

Bem, o passeio começou pela Estátua da Liberdade. Como já contei, optei por pegar o Staten Island Ferry em vez do passeio pago até a ilha da estátua. Mas os dois saem de locais muito próximos. A partir dessa localização dá pra iniciar um trajeto muito legal e conhecer um outro lado de Manhattan.

Subindo algumas quadras logo se chega ao Ground Zero, local onde ficava o World Trade Center e que hoje é apenas um grande canteiro de obras. Mesmo assim impressiona passar por ali e imaginar que dois prédios enormes simplesmente desabaram naquele lugar, atingidos por dois aviões! É muito louco, perfeitamente compreensível que aquele povo tenha ficado traumatizado. Ao ver as ruas estreitas e o monte de espigões em torno do local, fiquei imaginando como a tragédia não foi ainda maior.

Quase em frente tem a Century 21, loja que não fui. Então quem quiser aproveitar a chegadinha ao sul da ilha pra entrar nessa loja, deve incluir umas horinhas a mais no seu tour.

Seguindo, ali perto tem um Mac Donald´s que possui um diferencial: há uma pianista que fica tocando lá dentro, é bem legal. Continuando a caminhada, encontramos várias lojas legais pra dar uma entradinha. Tem algumas unidades da Duane Reade (porque mais uma visita às farmácias americanas nunca é demais), a loja de eletrônicos J&R, a Sephora, só pra destacar algumas.

Em seguida se vê a famosa Wall Street e mais alguns passos, o famoso touro onde as pessoas disputam espaço pra tirar uma fotografia.



E seguindo para a direita, chega-se ao Pier 17, mais um point dos turistas. É um lugar super legal, obviamente à beira do rio, com uma variedade de restaurantes e lojas capazes de entreter as pessoas por uma tarde inteira. Ali no Pier 17 está um outro guichê da TKTS, bem menos badalado que o da Times Square e quase sem filas. É um pouquinho escondido, para quem está entrando na área dos restaurantes, tem que sair uma quadra pra direita pra ver o guichê. Compramos ingressos pro Chicago lá, não tinha nenhuma fila e pagamos praticamente a metade do preço de bilheteria.



E pra terminar esse passeio mais que agradável, é só andar um pouquinho mais pro norte que se chega na famosa ponte do Brooklyn. Antes de pegar seu metrô de volta, ainda dá pra passar pelo City Hall, outro ponto importante da cidade e que vale uma parada.

As lojas que o nosso dinheiro não alcança

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Como eu já disse em outras oportunidades, Nova York é uma cidade com espaço para todos. Tem pra todos os gostos e todos os bolsos. 
Ainda sobre o tópico roupas e acessórios, já falei sobre os lugares que os brasileiros costumam comprar quando visitam essa cidade maravilhosa. Agora, dedico um post a admirar os estabelecimentos que nós, honestos cidadãos médios, não podemos nem pensar em entrar... :-))
A 5ª Avenida concentra a maioria deles e vale um passeio, nem que seja apenas para olhar as vitrines mesmo, já que uma peça nessas lojas costuma custar o valor da viagem inteira à NYC...


Clicando nas imagens, elas aumentam e dá pra ver melhor as marcas. 

 A Chanel meio acanhada ao lado da Dior...



Vai um reloginho? Ou uma bolsinha, pra levar de lembrança pra mãe ou pra namorada?


 A ansiedade da fotógrafa em registrar logo as imagens e seguir passeando gerou fotos como essa, em que mal se lê o nome da loja :-)) 
Essa é a Prada, tá...



 Parte da Miu Miu e a Burberry atrás de uma árvore. Ignorem, por favor, a Nokia, pois essa nosso humilde bolso ainda alcança.


 E uma foto melhor da Burberry.

Como já falei, nem entrei nessas lojas, mas é bem legal, pra quem é fã de moda e vive em cidades em que não é tão fácil assim encontrar essas marcas, dar uma volta pela 5ª Av. É um outro mundo. E sonhar ainda não custa nada né...

Comprinhas em NYC III

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Bem, ainda no tópico compras, vou falar agora de roupas. Esse é um assunto sem fim, já que a variedade de marcas boas e baratas lá é impressionante. Não sei de que as malas dos brasileiros voltam mais lotadas dos EUA, eletrônicos ou roupas. Tem pra todos os gostos.

O primeiro lugar favorito dos brazucas pra comprar roupas na terra do Tio Sam é o outlet. E isso não falta por lá, sempre há um mega outlet perto da cidade que você está. O queridinho de quem vai a NY é o Woodburry, mas já falei sobre ele em outro post, dei minhas opiniões e impressões, então vou passar reto pelo assunto dos outlets aqui. Só digo uma coisa, minha conclusão atual sobre ele é: se você está indo pela primeira vez a NY, está louco pra se encher de roupas de marca, vai ficar um número razoável de dias (por exemplo, mais de 4 ou 5), vá ao Woodburry. É um belo passeio, além de tudo. Mas numa segunda vez, acho que não vale a pena voltar lá. Quando vai de novo você já está mais seletivo nas compras, pode explorar com mais calma o que há de diferente na cidade mesmo.

Bem, em relação a roupas, os brasileiros têm algumas marcas preferidas como GAP, GUESS, Abercrombie, Victoria´s Secret, Banana Republic, Nike, Adidas (essas são as principais que consegui lembrar agora, as mais manjadas, mas tem muitas outras ainda). Bem, pra comprar essas marcas não precisa ir a outlet nenhum. Em NY, elas têm lojas em abundância, em Midtown, no Soho, no Pier 17... Enfim, eu mesma não fiz planos específicos de ir em nenhuma dessas lojas e esbarrei em várias delas nos meus passeios. Deixa eu explicar melhor, eu queria sim, ir em todas elas; mas não fazia um planejamento do tipo "hoje vou tomar café da manhã e seguir para a GAP que fica na quinta avenida". Não, eu planejava passear pelo Soho, por exemplo, e dava de cara com todas essas lojas. O que quero dizer com isso é que é muito fácil achar essas marcas por lá e se esbaldar com os preços baixíssimos.

Fotos da Victoria´s Secret e Guess da Newburry Street em Boston.

Lojas de departamentos são outro paraíso dos brazucas. Macy´s, JC Penney, Bloomingdales, Henry Bendel, Saks Fifth Avenue, Bergdorf Goodman, tem muitas em Manhattan. Para quem é muito consumista, não está nem aí pra passeios culturais e turísticos e quer mais é comprar, dá pra passar quase um dia inteiro em cada uma dessas babilônias. A Macy´s tem um andar inteiro só de enfeites de Natal, imaginem!

Departamento de enfeites de natal na Macy´s

Bergdorf Goodman

Além dessas, têm outras lojas que eu classificaria como de departamentos também, mas que só possuem roupas, não têm outras coisas, como utensílios pra casa, etc.  H&M, Old Navy, Forever 21 são exemplos. Elas têm roupas bonitas e baratas e montes de acessórios. Destas, não gostei da Old Navy, achei muito simples as roupas, sem graça. (Aqui, cabe uma explicação mais detalhada : fiz uma pequena confusão na hora de separar as lojas de departamento. Na verdade, tanto as lojas citadas no parágrafo anterior, como estas, são lojas de departamento. Não soube expressar uma razão muito clara para separá-las em dois grupos, foi uma escolha completamente intuitiva. Na realidade, a Macy´s, a Bloomingdales e a JC Penney possuem produtos para casa, além de roupas e acessórios. As demais, são focadas em moda. Das três citadas, a JC Penney é mais popular, enquanto a Macy´s possui artigos de preços muito variados e a Bloomingdales já está numa faixa maior de preços. Falei separadamente da H&M, Old Navy e Forever 21 porque, na minha opinião, são lojas mais populares e mais focadas em moda jovem.  Já a Henry Bendel, Saks Fifth Avenue e Bergdorf Goodman são lojas mais caras. Relendo o post, achei que deveria explicar melhor...)

H&M de Boston

Outra loja muito recomendada sempre é a Century 21. Uma loja estilo outlet, com roupas de marca de estações passadas a preço de banana. Essa não tive tempo de visitar, infelizmente, mas na próxima ida à Big Apple, vou trocar a ida a Woodbury por algumas horinhas dentro dessa loja, preciso ver o que tem lá que faz tanto sucesso entre os viajantes.